Revistas em quadrinhos, edição final?

HQ, mangás, quadrinhos ou gibis, não importa o jeito que as pessoas chamam esse formato de literatura, eu por exemplo, sempre os conheci por “gibi”, sempre dei preferência aos nacionais como os da Monica e aos personagens da Disney como o Zé Carioca, os da Marvel eu achava muito exagerados, mas de vez em quando também os lia.
Mas o que eu quero abordar aqui é que essa mania esta meio que desaparecendo, só os muito fanáticos ainda teimam em nos lembrar que os quadrinhos ainda existem, é fato que a tecnologia da informática com seus *.docs e *.pdfs diminuíram muito o interesse das pessoas por jornais, revistas, livros e outras coisas feitas de papel, afinal não ocupam espaço, não ficam espalhados pela casa causando bagunça e ainda por cima não contribuem para o desmatamento de florestas, o fator econômico também é importante, uma revista em quadrinhos talvez seja cara para o bolso de algumas classes.
Além do avanço da tecnologia, outra grande barreira para os quadrinhos era o preconceito, muitas pessoas ao me verem com o gibi do Penadinho não mão, logo falavam: Larga essa porcaria e vai ler um jornal, uma revista, uma lista telefônica… E por um tempo eu até acreditei que aquilo era perda de tempo, mas hoje acredito que a grande quantidade de quadrinhos que eu li, me ajudou muito a ler e interpretar melhor um texto.
Então em um país em que comprovadamente muitas pessoas não compreendem o que lêem, ler historias em quadrinhos é muito melhor que nada, e já que é inevitável tomara que os quadrinhos digitais venham contudo para reacender essa antiga paixão dos brasileiros.


